As
partes e subsistemas do disco fixo.
(obs.:
Nesta seção são usados numerosos
acronimos, se não são familiares
procure aqui a sua definição.)
Um
sistema drive disco fixo é composto
das seguintes partes:
-
O
disco fixo, com uma ou mais
placas (PCB) coligadas
-
Um
mecanismo de controle ou no
disco ou integrado ao PC
-
Um
adaptador do Bus para
interfacear o controle ao PC
-
Cabos e conexões para manter
tudo junto
-
O
disco fixo
Em um
lugar lacrado (Head Disk Assembly o
HDA) existem um ou mais pratos
rígidos que são “fixos”, ou “Não
removíveis”. Estes são recobertos de
um material sensível às mudanças
magnéticas, e os dados podem ser
escritos/lidos da superfície através
de um cabeçote de leitura/escritura
eletromagnética. Uma vez ligado o
disco os pratos giram continuamente
(exceto em particulares modalidades
de “sleep”), e os cabeçotes se movem
para frente e para trás em uma
superfície para acessar as
diferentes posições. Esta é uma
unidade lacrada que não deve ser
aberta, exceto por pessoal
qualificado e em um ambiente
controlado e totalmente privado de
pó.
A placa
com os circuitos impressos, atacada
externamente em respeito ao HDA,
fornece a eletrônica necessária ao
controle físico dos motores
presentes ao interno da parte
lacrada. Muitas placas têm qualquer
jumper, dip, switch ou resistori,
usados para exigências de
configuração.
Funcionalmente essas placas são
separadas do controlador do disco
fixo, mas muitos dos novos drive
(seja IDE que SCSI) incluem o chip
do controlador diretamente nesta
placa (em vez de ter o adaptados do
bus).
AO
INTERNO DO DISCO FIXO:
-
Pratos do disco, separados de um
distanciador e juntados por uma
morsa.
-
A
haste de rotação na qual são
montados os pratos.
-
Os
motores de rotação para fazer
girar os pratos.
-
Cabeçotes de leitura/escritura
eletromagnética (um por
superfície)
-
Braço de acesso nos quais são
suspensos cabeçotes.
-
Motor para movimentar os braços
(com os cabeçotes).
-
Circuito de pré-amplificação
para aumentar ao máximo o sinal
de leitura/escritura.
-
Filtro de ar, e abertura para a
pressão.
Os
pratos
Muitos
pratos para discos rígidos são
feitos de uma liga de alumínio,
também podem se encontrar pratos de
cerâmica ou de vidro. O diâmetro
normalmente é de 16 cm, 22,5 cm, ou
33,9 cm com um buraco no centro para
serem posicionados na haste de
rotação. A espessura pode variar
entre 0,2 cm a 0,8 cm.
Durante
o trabalho os pratos são recobertos
com um material magnetizável. Nos
pratos mais velhos se usava um
composto de ferrite, aplicado
esborrifando uma solução sobre a
superfície e fazendo girar o disco
em alta velocidade para distribuir o
material, graças ao efeito da força
da centrífuga. Este processo deixa
uma camada de ferrite cor ferrugem
na superfície do disco que vem
endurecido, lapidado e recoberto por
um lubrificante.
Nos
drive mais novos a camada magnética
vem aplicada revestindo o prato com
um sutil filme de metal através de
um processo de galvanização. Esta
superfície tem um aspecto luminoso,
quase cromado.
Rotações e motores de rotações
Muitos
drive possuem diversos pratos
separados por espaços, e seguros por
uma haste de rotação que faz girar
cada um. Um motorzinho de rotação
vem montado diretamente embaixo da
haste, ao externo da parte lacrada
(algumas vezes é visível
externamente). A haste de rotação, e
conseqüentemente também os pratos,
são feitos girarem a uma velocidade
constante, geralmente 3600 RPM
(voltas por minuto), más os novos
modelos chegam até a 4800, 7200, ou
10800.
O Motor
de rotação controla a velocidade
graças a um sistema de relevamento
que mantém a velocidade constante.
Os sinais de controle pala
velocidade de rotação vem fornecido
pelo relevamento dos sinais
impressos na superfície do disco no
momento da construção do drive, ou,
nos drive mais velhos por sensores
físicos.
Cabeçotes
Do
momento que cada lado do prato
recoberto de um filme magnético para
desfrutar ambas as superfícies,
existe normalmente um cabeçote de
leitura/escritura, em cada
superfície do prato. Por exemplo, um
drive com 4 pratos tem 8 lados e 8
cabeçotes. Alguns drive utilizam um
lado como superfície reservadas aos
sinais de controle, deixando um
número ímpar de cabeçotes para
utilizar com os dados.
Cada
cabeçote vem montado na extremidade
de um braço de acesso, e este braço
(um para cada superfície), movem-se
sozinhos, e estão sob controle de um
único atuador mecânico. Quando um
cabeçote se encontra no traço 143,
por exemplo, todos os outros
cabeçotes em todas as outras
superfícies devem estar na mesma
posição.
Geralmente apenas um desses
cabeçotes é ativo em um determinado
instante. Existem alguns drive que
são capazes de ler ou escrever com
dois ou mais cabeçotes
contemporaneamente más isso
representa um a importante mudança
no projeto, e essa tecnologia não é
ainda amplamente difusa.
A
rotação dos discos cria uma bolsa de
ar na qual flutuam os cabeçotes. Em
base ao modelo esta bolsa de ar tem
uma espessura de 2-15 micron. Para
contraste: uma partícula de fumo, ou
uma impressão digital tem cerca 30
micron!
Os
cabeçotes não deveriam vir em
contato com a superfície durante a
rotação. Somente quando o disco é
desligado os cabeçotes deveriam
apoiar na superfície, más devera ser
em uma área particular reservada a
este fim. Muitos drive construídos
no fim dos anos 80 empregam um
sistema automático que estaciona os
cabeçotes nessa área e bloqueia até
a sucessiva ligação do disco.
Atuadores do cabeçote
O
atuador do cabeçote é o mecanismo
utilizado para movimentar o braço
dos cabeçotes (e os mesmos
cabeçotes) para frente e para trás
na superfície do disco. Ainda uma
vez os primeiros drive utilizavam um
método diferente
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