ACROMINI

 

Acronimo Descrição
3GIO A terceira geração de arquitetura para o I/O foi projetada como uma arquitetura flexível e confiável, capaz de superar os limites teóricos de transmissão do cobre. Cobre as exigências de diversos segmentos de mercado, dos desktop, aos portáteis; dos servidores, aos instrumentos para a comunicação o embedded, também ficando compatível o modelo de programação PCI existente. Os produtos baseados nessa arquitetura deveriam aparecer no mercado à partir da segunda metade de 2003. O consórcio que junta as empresas que estão trabalhando nesse standard é conhecido como “Arapahoe Work Group”
ADC Ata Disk on Chip – é um chip que contém um disco solid state, e uma interface de bus standard PC AT (ATAPI)
AIT Advanced Intelligent Tape (TM) – é um tipo de cartucho de fitas Sony. Por enquanto chega a uma capacidade de até 35GB e a uma velocidade de transferimento de dados até a 4MB/sec. Esta tecnologia será capaz de propor fitas com capacidade até a 100GB com a versão AIT-3 disponível à partir do outono de 2001, más existem todos os caminhos para chegar aos 800GB antes do fim desta década.
ARLL Advanced Run Length Limited – Esquema de codificação dos dados derivados da RLL, mais complexo, e também mais veloz. Inclui a codificação 1,7 e 3,9
ATA AT Attachment – Implementação do projeto IDE com um controller do tipo AT a 16 bit integrado no drive.
ATA - 2 Melhoramento do standard ATA para consentir prestações maiores e uma identificação mais sofisticada do drive.
ATAPI AT  Attachment Packet Interface – Standard de comunicação entre a placa mãe e os device de memorização. A sigla AT refere-se ao tipo de bus usados pelos PC 286 IBM produzidos nos anos 80.
ATOMM Em 1992 Fujifilm apresentou ATOMM (acronimo para  Advanced super Thin layer and high Output Metal Media) uma tecnologia de memorização particular que prometeu um grande passo a frente na capacidade, na confiança e nas prestações. Depois de poucos meses da introdução de ATOMM, uma colaboração de Fujifilm com Iomega leva ao desenvolvimento da tecnologia de memorização Zip, que leva a capacidade de memorização em disco de 1,44MB à 100MB, e depois até a 250MB, introduzindo os primeiros floppy disk a alta capacidade.
Bit O bit é a pequena quantidade de informação em um sistema binário digital. Pode ser usado para representar dois estados, como por exemplo SIM e NÃO, 0 e 1.
Bluefin As específicas SNIA, nome em código Bluefin, usam instrumentos sugeridos por Web Based Enterprise Management (WBEM), para sugerir o uso de recursos baseados em Common Interface Model (CTM). Bluefin introduz novas metodologias para a segurança, a manutenção, a guarda e o gerenciamento das tecnologias SAN.
BRM Backup Resource Management – Gerenciamento de recursos para backup
Byte Um byte é uma quantidade de informações de 8 bit na qual sempre referimos como word. Um byte pode representar 256 estados diferentes, como números, instruções, ou uma combinação de números e letras, como no código ASCII.
CDN Content Delivery Network – Em referência aos serviços de memorizações via Internet, é um modelo que fornece níveis de serviço e prestações concordadas.
Consolidamento Representa a centralização e a divisão dos recursos entre deversos servidores. As arquiteturas baseadas nesse conceito são projetadas para superar as limitações associadas às conexões diretas dos dispositivos de memorização (DAS) a um único servidor, e enfrentar o crescimento do volume de dados ditados pelo business moderno.
DAFS Direct Access File System. É um novo protocolo de acesso aos arquivos, projetado especificamente para desfrutar ao máximo a tecnologia standard de inter-conexão memória-memória, como VI (Architettura Visual Interface), ou InfiniBand, em ambiente cluster a altas prestações. Esse protocolo permite às aplicações de acessar as interfaces de rede sem a intervenção do sistema operativo, ou terminar o transferimento de grandes quantidades de dados diretamente de ou para o buffer das aplicações com uma carga de trabalho mínima pela cpu.
DAS Directly Attached Storage – No passado todos os dispositivos de memorização de massa, como os discos fixos etc., eram atacados diretamente a um computador, assim não era necessário um termo que descrevesse isso. Mas do momento em que iniciaram a difundir as novas tecnologias que permitem a memorização em dispositivos de rede, o termo DAS foi usado para descrever aquelas estruturas que ainda usam uma conexão local direta.
DAT Digital Áudio Tape – Fita de áudio digital
DDP Disk-based Data Protection – sistema o qual se usa um disco ou uma estrutura RAID como sistema de backup, invés de usar uma fita ou arquivo de fitas
DDR Double Data Rate – é uma tecnologia de bus que coliga a RAM à placa mãe, e que permite uma alta velocidade de transferimento de dados.
DICOM Digital Imaging and Comunications in Medicine. Standard para a transferência das imagens, e para associação das informações diagnósticas a este, em modo que sejam facilmente gerenciadas por sistemas diversos.
DIMM Dual In-line Memory Module – Módulos de memória com bus
DLTape A tecnologia DLTape é o standard de fato para o backup e a arquivação de dados críticos. Em fato hoje se usa mais de 1,7 milhões de drive desse tipo, mais de 70 milhões de fitas, e dezenas de milhares de driver SuperDLT. O logotipo DLTape assegura a compatibilidade do suporte com o drive instalado. O primeiro modelo da próxima geração de drive Super DLTape é o drive SDLT220. Tem uma capacidade de 110GB e uma taxa de transferência de 11 MB/sec e é compatível também com as velhas fitas DTL. As futuras gerações desse tipo de drive memorizarão também até a diversos terabyte de dados por fita. 

Como as gerações precedentes de drive DLTape, os Super DLTape são suportados por todos os sistemas e por todas as plataformas principais.

DMA Direct Memory Access – Sistema para a transferência de dados diretamente entre memória e periféricas sem usar a CPU.
DVD Digital Versatile Disk – Tecnologia que fornece uma soberba qualidade vídeo e áudio, uma grande capacidade de memorização e um rápido acesso aos dados, tudo em um só disco.
EIDE Enhanced IDE – junto a FAST – ATA são diferentes implementações do standard ATA – 2 introduzidas no mercado por Western Digital (EIDE) e Seagate/Quantum (FAST-ATA).
EISA Extended Industry Standard Architecture – Tecnologia de bus desenvolvidas por diversos produtores independentes (Compaq, AST, Zenith, Tandy, etc.) para a standartização das operações a 32 bit e para contrastar MCA de IMB
ESDI Enhanced Small Device Interface – Interface drive desenvolvido pela Maxtor no início dos anos 80 como melhoramento do standard ST506. Mesmo se o drive não tinha um controle integrado, uma das funções mais críticas, a codificação/decodificação, era implementada no drive. Isso permitia uma comunicação veloz e maior capacidade do drive. Usa o mesmo sistema de cabo do interface ST506, más tem sinais diferentes para cada linha.
Exabyte É uma medida de memorização. Equivale a:

1,024 x 1,024 x 1,024 x Gigabyte = além de 1 bilhão de Gigabyte.

Não é a única medida prática para muitas pessoas, más se a quantidade de informações continuasse a expandir-se aos ritmos de agora, se tornará muito familiar.

Fabric No contexto de uma rede, define-se a composição das estruturas de rede como placas e outras periféricas
FAS Fabric Attached Storage – convencionalmente fecha a idéia de NAS e SAN, ou de dispositivos de memorização de rede.
FCI Flux Changes per Inch- é um termo coligado a um drive magnético. Para a maior parte dos usuários não é um parâmetro relevante, más quando um comerciante está decidido de comprar uma grande quantidade de discos, esse parâmetro indica algo no tipo de suporte magnético que cada disco usa.
FCIP Fibre Channel over IP – Fibra ótica no IP
FEMMA ™ A tecnologia FEMMA ™ (Foldable Electronic Memory Module Assembly) è uma memória de base projetada por Kentron Tecnologies  para serem usadas nos servidores “1U’, “blade” e “hyper dense”, e no mercado das telecomunicações, no qual não existem muitas exigências de espaço. Esse tipo de memória foi amplamente aceitada e usada, graças às suas características térmicas, a alta densidade e a uma ótima relação qualidade/preço. A tecnologia FEMMA é adaptável a futuras tecnologias de chip como BGA (Ball Grid Array) e Flash
Fibre-Channel A fibra ótica é uma interface standard para conectar os computadores entre eles ou a um dispositivo de memorização de massa, como um disco drive ou um tape. Desenvolvido mais de dez anos depois da tecnologia SCSI, que pensava em substituí-la para as aplicações que pediam altas prestações, este standard possui uma alta velocidade de transmissão e distancias longas, graças ao uso da fibra ótica. Hoje saíram novas versões do bus SXSI com prestações muito elevadas, e a diferença entre a fibra e o SCSI foram muito reduzidas.
FICON Fiber Optic Connection – É uma interface de I/O a alta prestação, que baseada na tecnologia ESCON suportando porém conexões muito mais longas, e pedindo para isso um buffer mais amplo. A série de HBA dos mainframe QLA2300 de Qlogic pode conter canais FICON até uma distância de 500 Km
GBIC GigaByt Interface Converter – Uma interface que converte o fluxo de luz proveniente de um canal de fibra ótica, em sinais eletrônicos usados pela placa de rede.
GigaByte Abreviado com G ou GB, é uma medida das dimensões de memória. Equivale a 1,024 Megabyte. É cerca uma vez e meia um clássico CD de áudio, ou cerca l milhão de vezes um clássico floppy de 3,5”.
HAMR Heat Assisted Magnetic Recording – é uma tecnologia que memoriza magneticamente os dados em um suporte altamente estável através de um laser térmico, em combinação com um clássico cabeçote de escritura. O laser é usado somente para esquentar as partículas magnéticas presentes no suporte, que de outro modo não seriam magnetizáveis. Esperamos que essa tecnologia supere o considerado limite “superparamagnético” da memorização magnética, para levar a densidade de memorização a cerca 50 terabit por polegada quadrada.
HBA Host Bus Adapter – uma placa que se coliga ao bus do computador e o conecta à rede.
HSM Heirarchical Storage Management – Os dispositivos de memorização possuem diversas características em termos de tempo de acesso, densidade e custo. Por isso não é econômico nem prático usar somente um tipo de dispositivo de memorização para todos os dados. De fato, qualquer dado serve mais freqüentemente em respeito aos outros, e é melhor gerenciar a memorização dos dados de uma maneira gerárquica, no modo de respeitar as exigências econômicas e de tempo da organização. Convém então organizar e levar os dados para a RAM, os discos locais, os dispositivos RAID de rede, leitores óticos, fitas, web storage, etc.
IDE Intelligent Drive Electronics – é um standard que foi desenvolvido interfacial a baixo custo o bus do PC a um dispositivo de memorização de massa, como um disco fixo.
IEEE

1394

Conhecido também com o nome Firewire (apple), e i.Link, é um standard que define uma conexão serial entre o PC e o dispositivo externo, como uma câmera de vídeo digital, ou leitor de fitas. IEEE 1394 pode transferir os dados a alta velocidade. Outros pontos de força deste standard são a flexibilidade da conexão e a possibilidade de coligar até 63 dispositivos.
ICSC nterconnect Software Consortium – è um consórcio instituído em 28 de janeiro de 2002, sob desejo do Open Group.

Allen Brown, Presidente e diretor da Open Group, declara: “o dever principal do ICSC é guiar a indústria no desenvolvimento de software específicos que garantem a distribuição de software de nova geração e o uso de conexões velozes, como o emergente Infiniband (TM)” , e ainda: “Open Group está orgulhoso de demonstrar o nosso empenho a rápida difusão dessas soluções, fornecendo infra-estruturas e serviços a ICSC”.

InfiniBand (TM) InfiniBand (TM) é uma arquitetura I/O ou interconexa, que coliga o server com dispositivos de memorizações remotos, device de rede, ou outros servidores. Pode ser usado também ao interno do servidor para as comunicações entre os processadores. InfiniBand é uma tecnologia multi-canal, que envia os dados em modo serial, com conexões ponto a ponto, que fornece escalabilidade e altas prestações para uma vasta gama de plataformas, e a diversos preços.

As prestações de InfiniBand (TM) vão de 500MB/s à 6GB/s para cada coligação, vindo de encontro ás exigências seja das pequenas organizações que das grandes empresas.

 

I / O Input / Output – Sistema de acesso às periféricas através de registros de CPU em endereços específicos (ou porte I / O).
IRQ (Pedido de interrupção) Linha no bus usadas para sinalizar uma interrupção hardware.
ISA Industry Standard Architecture – arquitetura de bus a 8-16 bis usada por PC, XT, AT. Quase sempre chamada IBM Standard
iSCSI iSCSI é um sistema software. O protocolo SCSI, usa uma conexão IP ao invés dos cabos SCSI.

SCSI é um protocolo que permite a leitura e a escrita de grandes blocos de dados de e para a unidade de memorização, como discos ou fitas. As primeiras implementações de SCSI usavam um cabo chato.

iSCSI foi projetado para fazer que um software escrito propositalmente para trabalhar com os standard SCSI, possa operar em um disco ou um tape remoto, como se fosse um disco local. A rede pode ser uma rede local ethernet, ou também internet. O benefício principal é que é possível conectar-se e copiar os dados em dispositivos de memorização remota, sem investir na aquisição de um novo software.

JBOD Just a Box of Disks – é um termo usado para indicar uma “caixa” que contém discos fixos. È possível usar o JBOD para integrar também o controller RAID, ou usá-lo somente para conter os discos fixos.
JEDEC Join Eletronic Device Engineering Council – é o orgão de standarização de Eletronic Industries Alliance (EIA), a organização que representa os produtores de todas as áreas da eletrônica. JEDEC é desde 1958 lider no desenvolvimento de standard para a indústria de memórias sólidas.

...entre outras coisas, JEDEC define os standard para a disposição dos PIN nos chip de memória.

JIRO A tecnologia JIRO, desenvolvida originalmente por SUN Microsystem, é um ajuntamento de API, open source é gratuita, baseada na plataforma Java2 (TM) que ajuda os pesquisadores a criar soluções software para o gerenciamento de estruturas de memorização em ambientes diversos.
LTO Linear Tape-Open (LTO) – tecnologia desenvolvida pela HP, IBM e Seagate para fornecer uma escolha clara e eficaz aos sistemas de fitas.

A tecnologia LTO é “open format”, o que significa que os usuários tem a disposição diversas soluções de leitores e fitas. A natureza “aberta” de LTO permite também a compatibilidade entre ofertas de  produtores diferente. 

O formato Accelis é a implementação a acesso veloz da tecnologia LTO.

O formato Ultrium é a implementação a alta capacidade da tecnologia LTO.

LUS Um sistema RAID que não é conectado a nenhum computador é chamado LUS (Lonely Unloved Storage)
MCA Micro Channel Architecture – Sistema de bus introduzido pela IBM em 1987, usados por qualquer (mas não por todos) os modelos PS / 2.
Megabyte O magabyte, abreviado com M ou MB, é uma medida das dimensões das memorizações. Equivalente a:

1,024 x 1,024 = 1,048,576 byte.

Algum tempo atrás esta era considerada uma grande quantidade de dados. Hoje que os PC vêem fornecidos com ao menos 256 MB de RAM, a unidade de Megabyte parece ser tornada muito pequena.

MFM Modified Frequency Modulation – Técnica de codificação comodamente usada para codificar o fluxo magnético registrado em um drive em dados. Ainda usado nos drive floppy e em muitos sistemas originais XT e AT. Note que muitos tipos de drive suportados por CMOS possuem 17 setores para traços. Esta é a densidade standard para a codificação MFM.
MMC MultiMediaCard – Um formato de memória flash
MRAM Magnetic Random Access Memory – MRAM combina as características melhores das tecnologias de memória mais usadas até hoje: a capacidade de memorização e os baixos custos da DRAM, a alta velocidade da SRAM, e a não volatibilidade da memória flash. É esperada no mercado em 2005.
NANO CUBIC A tecnologia NANO CUBIC é uma camada ultra-sutil que fornece uma alta densidade na registração dos dados digitais, um rumor muito baixo e uma baixa relação sinal-rumor, ideais para os cabeçotes magnéticos. É capaz de aumentar a capacidade das fitas e video tapes digitais até a um terabyte, e a capacidade dos floppy até a 3 GB. Para visualizar melhor esta quantidade, se pensa que 1TB pode memorizar até 200 filmes de 2 horas. Além disso a tecnologia NANO CUBIC pode ser aplicada aos processos produtivos existentes sem grandes modificações nos mesmos, com custos relativamente baixo. Fujifilm se prepara para trabalhar com os produtos de drive para projetar e desenvolver novos e revolucionários sistemas de memorização que usem a tecnologia NANO CUBIC.
NAS Network Attached Storage – é um termo usado para aqueles dispositivos de memorização, como RAID, leitor de fitas, e outros, que possuem uma conexão de rede integrada, como uma ethernet ou uma fibra ótica. Estes device podem ser coligados diretamente à rede ao invés de um servidor particular.
Nibble É uma unidade de memorização par à 4 bit (ou meio bit). Era uma unidade muito usada nos anos 70 quando se utilizava o código assembler de muitos microprocessadores.
NIC Network Interface Card – Termo usado no contexto de device de rede. A mesma placa, se inserida em um servidor pode ser chamada também de HBA.
NUS Network Unified Storage – é um sistema RAID que pode usar seja uma conexão com fibra ótica que ethernet.
PACS Picture Archiving and Communication Systems – Termo usado no contexto médico. Sistema de intercâmbio e análises de imagens médicas.
PCI Peripheral Component Interconnect – Bus a alta velocidade desenvolvido pela Intel para suportar os pedidos dos computadores baseados em Pentium ou 486.
PIO Programmed Input Outpot – Troca de dados entre memória e periféricas através dos comandos input / output.
Petabyte Um Petabyte é 1,024 Terabytes, ou mais de 1 milhão de gigabyte. Quanti dati sono questi? Em uma conferência da Storage Tek em Março de 2003, a empresa declama de ter ultrapassado o limite de 1 pentabyte de dados no mantenimento das informações necessárias ao Centro Nacional das Pesquisas Meteorológicas.

StorageTek declarou também, que 1 pentabyte de dados equivale a 1 bilhão de páginas de texto standard. Existem bastante informações para preencher 500 milhões de floppy disk, ou para preencher 100 vezes a biblioteca americana do congresso.

PSRAM Pseudo Static RAM – Esse novo tipo de Pseudo SRAM foi projetado para vir de encontro aos crescentes pedidos de memórias e de banda e a uma relação custo/bit mais baixo em respeito às alternativas. Compatíveis com as SRAM, a PSRAM é implementada também nos telefones celulares, onde a implementação de dotação e de funções sempre novas, está rapidamente impondo a exigência de RAM a densidade mais elevada.
QBM Quad Band Memory – tecnologia de bus para conectar a RAM à placa mãe. É o provável sucessor da tecnologia DDR.
RAID Redundant Array of Inexpensive Disks – quando essa tecnologia foi desenvolvida pela IBM nos anos 80, era possível aquistar somente dois tipos de discos fixos, um a baixo custo e baixas prestações, usados por todos os PC comuns, e um tipo muito custoso com prestações muito elevadas, usados somente nos sistemas vídeos digitais, ou nos mainframe. Obviamente os discos para PC tinham um mercado mais âmplo, então conseqüentemente os custos caiam. De qualquer modo com a tecnologia RAID é possível criar um array de discos a baixo custo que aparecem logicamente como um disco de grandes dimensões, conectando um ajuntamento de discos que trabalham em paralelo e são conectados a um controller RAID.

Este sistema pode ser configurado para fornecer características diversas, como uma alta taxa de transferimento de dados (por exemplo, um sistema composto por 4 discos pode ter um throughput 4 vezes maiores que um único disco). O sistema RAID pode também fornecer a tolerância aos defeitos, graças ao inserimento nos array de discos duplos, e a disposição dos dados de maneira tal que, também no caso de um defeito a um disco, não terão perda de dados nem de prestações. De qualquer modo a tecnologia RAID não diminui o tempo de acesso aos dados.

RLDRAM Reduced Latency DRAM – Desenvolvida propositalmente para uso nas redes a alta velocidade e para aplicações que requerem uma cache veloz, RLDRAM é uma implementação a alta velocidade da DDR SDRAM, que combina baixos tempos de acesso, com uma banda muito ampla, e uma alta densidade.
RLL Run Length Limited – esquema de codificação de dados que permite de manter 50% a mais de informações em cada traço em respeito a MFM. Realizado atualmente registrando mais fluxos para cada byte, más de maneira ainda mais estável. Chamado quase sempre 2,7 RRL porque o esquema de registro prevê um máximo de sete 7 zeros consecutivos e um mínimo de 2.
S-AIT Sony’s Advanced Intelligent Tape – plataforma de memorização em fita. S-AIT usa uma tecnologia a alta intensidade com scanerização helicoidal, implementada em um suporte uzando o método Advanced Metal Evaporated (AME), em um cartucho com bobina simples de meia polegada. A primeira geração desse produto deveria manter maio terabyte em uma simples fita, más se espera de chegar até 5 terabyte.

Diversamente dos outros tipos de fitas, nos quais a superfície magnetizada é de cerca 50%, S-AIT consegue chegar a 100% de cobertura da fita usando a tecnologia AME, e permitindo assim uma alta densidade e capacidade de memorização. AME permita também de ter uma superfície da fita mais lisa, o que significa garantir uma vida mais longa ao cabeçote e eliminar quase a zero a necessidade de limpeza do mesmo.

SAM Storage Area Management – Junto com as políticas de gerenciamento da área que contém dispositivos de memorização.
SAN Storage Área Network – Este termo foi inicialmente usado para descrever as redes baseadas na tecnologia de fibra ótica, más hoje vem usado para indicar também, redes de outro tipo como ethernet e também internet. Na realidade SAN fecha o conceito no qual o software de rede tem o conhecimento da quantidade e do valor dos dados memorizados nos dispositivos de memorização e as características desses dispositivos. Nos sistemas SAN não é bastante saber que os dados movem-se de A para B. O software deveria também conhecer as estratégias de backup, os detalhes na reabilitação dos dados e nas específicas das aplicações, para preservar e reconstruir o ambiente no caso de uma configuração errada ou de um mau funcionamento. Isso ajuda a desenvolver em automático as funções que precedentemente vinham desenvolvidas pelo administrador do sistema.
SANMark SanMark é um programa de desenvolvimento patrocinado, concebido e promovido ao interno da associação no-profit Fibre Channel Industry Association (FCIA). Este programa tem como finalidade a inter-operatividade entre diversos produtos e dispositivos entre as empresas que fazem parte. É aberto seja aos membros da FCIA que às outras organizações, e se propõe de introduzir benefícios para a inteira indústria de produção de dispositivos de rede.
Sbus Sbus é uma interface de de bus introduzida por Sun Microsystem nas workstation  SPARCstation 1 em 1989. Nos anos seguintes este standard foi seguido por mais de 250 produtores de hardware, que lançaram produtos compatíveis com o sistema Sun. Foi superado quando Sun desenvolveu em 1996 o bus PCI.
SCSI Small Computer System Interface – é uma interface paralela a altas prestações para conectar os dispositivos de memorização de massa ao computador. No começo usava níveis lógicos de sinais (TTL) através um cabo chato para conectar até 8 device, más o standard foi melhorado no curso dos anos para introduzir novos níveis de voltagem, maior velocidade, e um maior número de device conexos. O standard permite de pedir uma grande quantidade de dados através de poucas instruções inteligentes. Por causa da popularidade desse standard muitas empresas desenvolveram extensões, que permitem conexões em longas distâncias, conversores como por exemplo aqueles IDE-SCSI, e    as router que interfaciamos o bus SCSI com a fibra ótica.
Serial ATA Serial ATA é uma interface standard para os dispositivos de memorização. É usado para conectar dispositivos como discos fixos, DVD, CD-R/W, à placa mãe, e é o sucessor do interface Parallel ATA.

Serial ATA permite um custo menor das plataformas, e um incremento das prestações. Fornece uma interface por geração de dispositivos diversos, com capacidade de banda que vai de um mínimo de 1.5Gbps até um incremento de 2x, 4x e mais. Nesse mesmo tempo esse standard é compatível com os outros standard ATA, e é reconhecido pelo sistema operativo sem necessidade de modificações. Permite a configuração simples de muitos sistemas, e graças aos cabos muito estreitos, também uma simples instalação, trabalha a baixa voltagem que diminui o uso de corrente e o super aquecimento dos componentes. A configuração dos dispositivos que usam este standard é muito simples e não é necessária de complicadas impostações dos jumper.

SSF Constituído sob desejos do Storage Networking Industry Association (SNIA) e do Technical Support Alliance Network (TSANet), o Supported Solutions Forum (SSF) promove a adoção das soluções de stocage networking simplificando a colaboração entre os produtores para a qualificação de vários componentes. Esse programa inclui o suporte técnico 24 horas por dia, 7 dias por semana, também a domicílio em todo o mundo.
SFP Small Form-factor Pluggable – fornece a mesma funcionalidade de um GBIC clássico, más com dimensões contidas. É usado nos switch de rede a fibra ótica, Gigabit ethernet, e Infiniband. A nova geração de SFP trabalha na velocidade de 2,5 Gbps e mais.
SGNP Secure Grid Naming Protocol – é uma solução elegante que permite um espaço dos nomes globais, e um método integrado para a associação desses nomes com as informações sobre a segurança. O espaço global dos nomes, que pode conter até três milhões de nomes de recursos ou de serviços, foi projetado para unificar esquemas de denominação múltiplos ou conflituais, permitindo a cada recurso de ser interrogado usando o mesmo nome em toda a grade. O modelo de segurança SGNP elimina a necessidade de um authority centralizada, que é ainda uma limitação a extensão e fora da enterprise dos ambientes de elaboração Grid. Enfim a capacidade de uma migração transparente oferece a possibilidade de levar os processos ou os dados sem nenhum impacto para os processos em elaboração, e sem nenhuma necessidade de informar os usuários.
SLR É uma marca registrada de Tandberg Data. É uma família de fichas que oferecem uma capacidade de 525 MB até 100 GB e também até a 4 TB com a automatização SLR. Em Março 2001 Tandberg anunciou de ter vendido a terceira milionésima fita desse tipo.
SNIA Storage Networking Industry Association – a atividade dessa associação é voltada a garantir que as redes de estocagem tornem-se soluções completas e afidáveis para toda a comunidade IT.
SODIMM Small Outline Dual In-line Memory Module
Solid State Disk Um disco Solid state (SSD), é um sistema que funciona como um disco fixo, más que não contém partes em movimento. As vantagens são o tempo de acesso menor e maior resistência as vibrações e a alta temperatura. As desvantagens são custo elevado e dimensões físicas maiores.
SPARC Scalable Processor ARChitecture – uma arquitetura para processadores criada por Sun Microsystem, que aparecem em sistemas comerciais desde 1987. Hoje os sistemas SPARC são os mais usados pelos servidores multiprocessadores. Essa arquitetura é suportada por centenas de produtores de hardware e por mais de 3000 produtores de software.
SPC Storage Performance Council – é a única organização que define, promove e distribui técnicas para a análise das prestações dos device de memorização.
SRM Storage Resource Management – é um software de rede que mantém traços do uso de dispositivos de memorização e avisa o administrador de sistema antes que acabe o seu espaço.
SSP Storage Service Provider – empresa que fornece um serviço de memorização via web, com nível de serviço concordade, monitoragem segura dos dados, backup, gerenciamento das memorizações on-site, etc.
St506/412 Interface para drive standard usado por drive e por controller AT e XT. Desenvolvido por Seagate Technologies para o suporte dos próprios drive ST506 (5MB) e ST412 (10MB). O inteiro mecanismo de controle é localizado em uma placa e a comunicação entre o drive e o computador vem através de dois cabos chatos, um para o controle do drive e outro para os dados.<
Super DLTape Tecnologia de fitas de Quantum Corporation, com capacidade de 110 GB, e uma velocidade de transferimento de dados de 39,6 GB/hora para drive, triplicando a capacidade e duplicando o throughput em respeito a geração precedentedos tape DLT. Is drive Super DLTape se integram perfeitamente em sistemas velhos e são retro-compatíveis com muitas versões de tape DTL.
Terabyte O Terabyte, abreviado T ou TB, é uma medida da dimensão da memorização. Equivalente a 1,024 Gigabyte, cerca 50 vezes as dimensões de um típico disco fixo para PC. Essa unidade de medida é usada comodamente para device de backup como as fitas.
TOE TCP/IP Offload Engine – é um instrumento hardware usado na rede que usa iSCSI que libera recursos da CPU nas transações iSCSI.
TSANet Fundada em 1993, TSANet (Technical Support Alliance Network) é uma plataforma de suporte global às quais aderem mais de 150 fornecedores de hardware e software: no âmbito da TSANet, vários produtores colaboram com o fornecimento de soluções capazes de resolver os problemas que os clientes encontram em relação as aplicações em uso. Entre vários membros estão: EMC, HP, IBM, Microsoft, Novell, Sun Microsystems, Unisys, and Veritas.
UDO Ultra Density Optical – tecnologia de drive óticos de 5,25 polegadas. UDO usa um laser azul-violeta de 405nm, e uma troca de fase similar aquela usada nos DVD; O suporte é dimensionalmente idêntico aos media deste tipo precedente para fornecer a compatibilidade total com a arquivação automática.

A capacidade é por enquanto de 30GB e a velocidade de transferimento dos dados é de 8 MB/sec. No futuro prevê-se de chegar a até 60 GB e 120 GB, e de manter também a compatibilidade com as versões precedentes.

Ultra320  

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Uma variante do standard SCSI que suporta velocidade de transferimento de dados até 324 MB/sec.

USB USB (Universal Serial Bus) é um bus serial a custo reduzido, que pode fornecer velocidade de transferimento até 12 MB/sec. Essa velocidade é de cerca 100 vezes maior à respeito aquela conseguida pela interface serial RS-232 Usada nas primeiras gerações de computadores.

Desenvolvido em 1996, USB é hoje amplamente usado nos Mac, PC e plataformas Linux. È tipicamente usado para conectar device como impressoras, scanner, teclados, câmera fotográfica digital, leitores MP3, e device de memorização a baixa velocidade.

Desde Junho 2002 Intel e outras empresas apresentaram USB 2.0, que aumenta a velocidade de transmissão até 480 Mbps, cerca 40 vezes aquela da versão precedente.

VI Architecture Em dezembro de 1996 diversas empresas constituíram um consórcio Virtual Interface Architecture para o estudo de métodos para a diminuição dos overhead dos tradicionais software de I / O. À constituição da versão 1.0 do standard VI Architecture participaram mais de 100 entre produtores de hardware e software.

Esse standard define como inicia-se a conexão entre dois nós: se usa uma conexão direta entre a memória e o hardware, o que permite uma cópia direta da memória entre os dois nós, usando o canal de comunicação VI. Esta comunicação pode então ser efetuada diretamente entre os dois nós através de um mapeamento da memória I/O, ou usando níveis de abstração que podem ser juntados.

VXA VXA é uma marca registrada para uma tecnologia de tape desenvolvida por Ecrix (agora juntada com Exabyte).

VXA introduz três principais inovações na memorização com fitas:

Discrete Packet Format (DPF) (TM) , Variable Speed Operation (VSO) (TM), e OverScan Operation (OSO) (TM).

  • DPF permite de escrever e ler os dados em pacotes endereçados individualmente, sistema similar a aquele usado no âmbito das redes.

     
  • VSO incrementa as prestações adequando continuamente a velocidade da fita ao fluxo dos dados fornecidos pelo servidor, eliminando um problema comum das fitas conhecido como “backhiting”.

     
  • OSO é uma técnica para leitura dos pacotes independentemente da forma ou da geometria do traço.

Essas três inovações permitem ao drive VXA de obter níveis de confiabilidade e prestações precedentemente indispensáveis. A tecnologia VXA é mais simples e mais tolerante aos fatores ambientais, permitindo uma diminuição sensível dos custos.

VLB Vesa Local Bus – Extensão a 32 bit e a alta velocidade do bus ISA, promovida pela VESA (Vídeo Electronics Standards Association).
XFP Módulo GBIC que permite a conversão dos sinais com uma velocidade que chega a 10 GB/s, destinado ao mercado das telecomunicações e SAN. Esses aparelhos são projetados para ocupar um quinto do espaço e dissipar a metade da energia dos atuais módulos GBIC a 10GB/s.
XTA XT Attachment – Implementação IDE usada raramente, com um controller XT integrado a 8 bit.

 

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