|
Acronimo |
Descrição |
|
3GIO |
A terceira geração
de arquitetura para
o I/O foi projetada
como uma arquitetura
flexível e
confiável, capaz de
superar os limites
teóricos de
transmissão do
cobre. Cobre as
exigências de
diversos segmentos
de mercado, dos
desktop, aos
portáteis; dos
servidores, aos
instrumentos para a
comunicação o
embedded, também
ficando compatível o
modelo de
programação PCI
existente. Os
produtos baseados
nessa arquitetura
deveriam aparecer no
mercado à partir da
segunda metade de
2003. O consórcio
que junta as
empresas que estão
trabalhando nesse
standard é conhecido
como “Arapahoe Work
Group” |
|
ADC |
Ata Disk on Chip – é
um chip que contém
um disco solid state,
e uma interface de
bus standard PC AT (ATAPI) |
|
AIT |
Advanced Intelligent
Tape (TM) – é um
tipo de cartucho de
fitas Sony. Por
enquanto chega a uma
capacidade de até
35GB e a uma
velocidade de
transferimento de
dados até a 4MB/sec.
Esta tecnologia será
capaz de propor
fitas com capacidade
até a 100GB com a
versão AIT-3
disponível à partir
do outono de 2001,
más existem todos os
caminhos para chegar
aos 800GB antes do
fim desta década. |
|
ARLL |
Advanced Run Length
Limited – Esquema de
codificação dos
dados derivados da
RLL, mais complexo,
e também mais veloz.
Inclui a codificação
1,7 e 3,9 |
|
ATA |
AT Attachment –
Implementação do
projeto IDE com um
controller do tipo
AT a 16 bit
integrado no drive. |
|
ATA - 2 |
Melhoramento do
standard ATA para
consentir prestações
maiores e uma
identificação mais
sofisticada do drive. |
|
ATAPI |
AT Attachment
Packet Interface –
Standard de
comunicação entre a
placa mãe e os
device de
memorização. A sigla
AT refere-se ao tipo
de bus usados pelos
PC 286 IBM
produzidos nos anos
80. |
|
ATOMM |
Em 1992 Fujifilm
apresentou ATOMM (acronimo
para Advanced super
Thin layer and high
Output Metal Media)
uma tecnologia de
memorização
particular que
prometeu um grande
passo a frente na
capacidade, na
confiança e nas
prestações. Depois
de poucos meses da
introdução de ATOMM,
uma colaboração de
Fujifilm com Iomega
leva ao
desenvolvimento da
tecnologia de
memorização Zip, que
leva a capacidade de
memorização em disco
de 1,44MB à 100MB, e
depois até a 250MB,
introduzindo os
primeiros floppy
disk a alta
capacidade. |
|
Bit |
O bit é a pequena
quantidade de
informação em um
sistema binário
digital. Pode ser
usado para
representar dois
estados, como por
exemplo SIM e NÃO, 0
e 1. |
|
Bluefin |
As específicas SNIA,
nome em código
Bluefin, usam
instrumentos
sugeridos por Web
Based Enterprise
Management (WBEM),
para sugerir o uso
de recursos baseados
em Common Interface
Model (CTM). Bluefin
introduz novas
metodologias para a
segurança, a
manutenção, a guarda
e o gerenciamento
das tecnologias SAN. |
|
BRM |
Backup Resource
Management –
Gerenciamento de
recursos para backup |
|
Byte |
Um byte é uma
quantidade de
informações de 8 bit
na qual sempre
referimos como word.
Um byte pode
representar 256
estados diferentes,
como números,
instruções, ou uma
combinação de
números e letras,
como no código
ASCII. |
|
CDN |
Content Delivery
Network – Em
referência aos
serviços de
memorizações via
Internet, é um
modelo que fornece
níveis de serviço e
prestações
concordadas. |
|
Consolidamento |
Representa a
centralização e a
divisão dos recursos
entre deversos
servidores. As
arquiteturas
baseadas nesse
conceito são
projetadas para
superar as
limitações
associadas às
conexões diretas dos
dispositivos de
memorização (DAS) a
um único servidor, e
enfrentar o
crescimento do
volume de dados
ditados pelo
business moderno. |
|
DAFS |
Direct Access File
System. É um novo
protocolo de acesso
aos arquivos,
projetado
especificamente para
desfrutar ao máximo
a tecnologia
standard de
inter-conexão
memória-memória,
como VI
(Architettura Visual
Interface), ou
InfiniBand, em
ambiente cluster a
altas prestações.
Esse protocolo
permite às
aplicações de
acessar as
interfaces de rede
sem a intervenção do
sistema operativo,
ou terminar o
transferimento de
grandes quantidades
de dados diretamente
de ou para o buffer
das aplicações com
uma carga de
trabalho mínima pela
cpu. |
|
DAS |
Directly Attached
Storage – No passado
todos os
dispositivos de
memorização de
massa, como os
discos fixos etc.,
eram atacados
diretamente a um
computador, assim
não era necessário
um termo que
descrevesse isso.
Mas do momento em
que iniciaram a
difundir as novas
tecnologias que
permitem a
memorização em
dispositivos de
rede, o termo DAS
foi usado para
descrever aquelas
estruturas que ainda
usam uma conexão
local direta. |
|
DAT |
Digital Áudio Tape –
Fita de áudio
digital |
|
DDP |
Disk-based Data
Protection – sistema
o qual se usa um
disco ou uma
estrutura RAID como
sistema de backup,
invés de usar uma
fita ou arquivo de
fitas |
|
DDR |
Double Data Rate – é
uma tecnologia de
bus que coliga a RAM
à placa mãe, e que
permite uma alta
velocidade de
transferimento de
dados. |
|
DICOM |
Digital Imaging and
Comunications in
Medicine. Standard
para a transferência
das imagens, e para
associação das
informações
diagnósticas a este,
em modo que sejam
facilmente
gerenciadas por
sistemas diversos. |
|
DIMM |
Dual In-line Memory
Module – Módulos de
memória com bus |
|
DLTape |
A tecnologia DLTape
é o standard de fato
para o backup e a
arquivação de dados
críticos. Em fato
hoje se usa mais de
1,7 milhões de drive
desse tipo, mais de
70 milhões de fitas,
e dezenas de
milhares de driver
SuperDLT. O logotipo
DLTape assegura a
compatibilidade do
suporte com o drive
instalado. O
primeiro modelo da
próxima geração de
drive Super DLTape é
o drive SDLT220. Tem
uma capacidade de
110GB e uma taxa de
transferência de 11
MB/sec e é
compatível também
com as velhas fitas
DTL. As futuras
gerações desse tipo
de drive memorizarão
também até a
diversos terabyte de
dados por fita.
Como as gerações
precedentes de drive
DLTape, os Super
DLTape são
suportados por todos
os sistemas e por
todas as plataformas
principais. |
|
DMA |
Direct Memory Access
– Sistema para a
transferência de
dados diretamente
entre memória e
periféricas sem usar
a CPU. |
|
DVD |
Digital Versatile
Disk – Tecnologia
que fornece uma
soberba qualidade
vídeo e áudio, uma
grande capacidade de
memorização e um
rápido acesso aos
dados, tudo em um só
disco. |
|
EIDE |
Enhanced IDE – junto
a FAST – ATA são
diferentes
implementações do
standard ATA – 2
introduzidas no
mercado por Western
Digital (EIDE) e
Seagate/Quantum
(FAST-ATA). |
|
EISA |
Extended Industry
Standard
Architecture –
Tecnologia de bus
desenvolvidas por
diversos produtores
independentes
(Compaq, AST,
Zenith, Tandy, etc.)
para a
standartização das
operações a 32 bit e
para contrastar MCA
de IMB |
|
ESDI |
Enhanced Small
Device Interface –
Interface drive
desenvolvido pela
Maxtor no início dos
anos 80 como
melhoramento do
standard ST506.
Mesmo se o drive não
tinha um controle
integrado, uma das
funções mais
críticas, a
codificação/decodificação,
era implementada no
drive. Isso permitia
uma comunicação
veloz e maior
capacidade do drive.
Usa o mesmo sistema
de cabo do interface
ST506, más tem
sinais diferentes
para cada linha. |
|
Exabyte |
É uma medida de
memorização.
Equivale a:
1,024 x 1,024 x
1,024 x Gigabyte =
além de 1 bilhão de
Gigabyte.
Não é a única medida
prática para muitas
pessoas, más se a
quantidade de
informações
continuasse a
expandir-se aos
ritmos de agora, se
tornará muito
familiar. |
|
Fabric |
No contexto de uma
rede, define-se a
composição das
estruturas de rede
como placas e outras
periféricas |
|
FAS |
Fabric Attached
Storage –
convencionalmente
fecha a idéia de NAS
e SAN, ou de
dispositivos de
memorização de rede. |
|
FCI |
Flux Changes per
Inch- é um termo
coligado a um drive
magnético. Para a
maior parte dos
usuários não é um
parâmetro relevante,
más quando um
comerciante está
decidido de comprar
uma grande
quantidade de
discos, esse
parâmetro indica
algo no tipo de
suporte magnético
que cada disco usa. |
|
FCIP |
Fibre Channel over
IP – Fibra ótica no
IP |
|
FEMMA ™ |
A tecnologia FEMMA ™
(Foldable Electronic
Memory Module
Assembly) è uma
memória de base
projetada por
Kentron Tecnologies
para serem usadas
nos servidores “1U’,
“blade” e “hyper
dense”, e no mercado
das
telecomunicações, no
qual não existem
muitas exigências de
espaço. Esse tipo de
memória foi
amplamente aceitada
e usada, graças às
suas características
térmicas, a alta
densidade e a uma
ótima relação
qualidade/preço. A
tecnologia FEMMA é
adaptável a futuras
tecnologias de chip
como BGA (Ball Grid
Array) e Flash |
|
Fibre-Channel |
A fibra ótica é uma
interface standard
para conectar os
computadores entre
eles ou a um
dispositivo de
memorização de
massa, como um disco
drive ou um tape.
Desenvolvido mais de
dez anos depois da
tecnologia SCSI, que
pensava em
substituí-la para as
aplicações que
pediam altas
prestações, este
standard possui uma
alta velocidade de
transmissão e
distancias longas,
graças ao uso da
fibra ótica. Hoje
saíram novas versões
do bus SXSI com
prestações muito
elevadas, e a
diferença entre a
fibra e o SCSI foram
muito reduzidas. |
|
FICON |
Fiber Optic
Connection – É uma
interface de I/O a
alta prestação, que
baseada na
tecnologia ESCON
suportando porém
conexões muito mais
longas, e pedindo
para isso um buffer
mais amplo. A série
de HBA dos mainframe
QLA2300 de Qlogic
pode conter canais
FICON até uma
distância de 500 Km |
|
GBIC |
GigaByt Interface
Converter – Uma
interface que
converte o fluxo de
luz proveniente de
um canal de fibra
ótica, em sinais
eletrônicos usados
pela placa de rede. |
|
GigaByte |
Abreviado com G ou
GB, é uma medida das
dimensões de
memória. Equivale a
1,024 Megabyte. É
cerca uma vez e meia
um clássico CD de
áudio, ou cerca l
milhão de vezes um
clássico floppy de
3,5”. |
|
HAMR |
Heat Assisted
Magnetic Recording –
é uma tecnologia que
memoriza
magneticamente os
dados em um suporte
altamente estável
através de um laser
térmico, em
combinação com um
clássico cabeçote de
escritura. O laser é
usado somente para
esquentar as
partículas
magnéticas presentes
no suporte, que de
outro modo não
seriam
magnetizáveis.
Esperamos que essa
tecnologia supere o
considerado limite
“superparamagnético”
da memorização
magnética, para
levar a densidade de
memorização a cerca
50 terabit por
polegada quadrada. |
|
HBA |
Host Bus Adapter –
uma placa que se
coliga ao bus do
computador e o
conecta à rede. |
|
HSM |
Heirarchical Storage
Management – Os
dispositivos de
memorização possuem
diversas
características em
termos de tempo de
acesso, densidade e
custo. Por isso não
é econômico nem
prático usar somente
um tipo de
dispositivo de
memorização para
todos os dados. De
fato, qualquer dado
serve mais
freqüentemente em
respeito aos outros,
e é melhor gerenciar
a memorização dos
dados de uma maneira
gerárquica, no modo
de respeitar as
exigências
econômicas e de
tempo da
organização. Convém
então organizar e
levar os dados para
a RAM, os discos
locais, os
dispositivos RAID de
rede, leitores
óticos, fitas, web
storage, etc. |
|
IDE |
Intelligent Drive
Electronics – é um
standard que foi
desenvolvido
interfacial a baixo
custo o bus do PC a
um dispositivo de
memorização de
massa, como um disco
fixo. |
|
IEEE
1394 |
Conhecido também com
o nome Firewire
(apple), e i.Link, é
um standard que
define uma conexão
serial entre o PC e
o dispositivo
externo, como uma
câmera de vídeo
digital, ou leitor
de fitas. IEEE 1394
pode transferir os
dados a alta
velocidade. Outros
pontos de força
deste standard são a
flexibilidade da
conexão e a
possibilidade de
coligar até 63
dispositivos. |
|
ICSC |
nterconnect Software
Consortium – è um
consórcio instituído
em 28 de janeiro de
2002, sob desejo do
Open Group.
Allen Brown,
Presidente e diretor
da Open Group,
declara: “o dever
principal do ICSC é
guiar a indústria no
desenvolvimento de
software específicos
que garantem a
distribuição de
software de nova
geração e o uso de
conexões velozes,
como o emergente
Infiniband (TM)” , e
ainda: “Open Group
está orgulhoso de
demonstrar o nosso
empenho a rápida
difusão dessas
soluções, fornecendo
infra-estruturas e
serviços a ICSC”. |
|
InfiniBand (TM) |
InfiniBand (TM) é
uma arquitetura I/O
ou interconexa, que
coliga o server com
dispositivos de
memorizações
remotos, device de
rede, ou outros
servidores. Pode ser
usado também ao
interno do servidor
para as comunicações
entre os
processadores.
InfiniBand é uma
tecnologia
multi-canal, que
envia os dados em
modo serial, com
conexões ponto a
ponto, que fornece
escalabilidade e
altas prestações
para uma vasta gama
de plataformas, e a
diversos preços.
As prestações de
InfiniBand (TM) vão
de 500MB/s à 6GB/s
para cada coligação,
vindo de encontro ás
exigências seja das
pequenas
organizações que das
grandes empresas.
|
|
I / O |
Input / Output –
Sistema de acesso às
periféricas através
de registros de CPU
em endereços
específicos (ou
porte I / O). |
|
IRQ |
(Pedido de
interrupção) Linha
no bus usadas para
sinalizar uma
interrupção
hardware. |
|
ISA |
Industry Standard
Architecture –
arquitetura de bus a
8-16 bis usada por
PC, XT, AT. Quase
sempre chamada IBM
Standard
|
|
iSCSI |
iSCSI é um sistema
software. O
protocolo SCSI, usa
uma conexão IP ao
invés dos cabos
SCSI.
SCSI é um protocolo
que permite a
leitura e a escrita
de grandes blocos de
dados de e para a
unidade de
memorização, como
discos ou fitas. As
primeiras
implementações de
SCSI usavam um cabo
chato.
iSCSI foi projetado
para fazer que um
software escrito
propositalmente para
trabalhar com os
standard SCSI, possa
operar em um disco
ou um tape remoto,
como se fosse um
disco local. A rede
pode ser uma rede
local ethernet, ou
também internet. O
benefício principal
é que é possível
conectar-se e copiar
os dados em
dispositivos de
memorização remota,
sem investir na
aquisição de um novo
software. |
|
JBOD |
Just a Box of Disks
– é um termo usado
para indicar uma
“caixa” que contém
discos fixos. È
possível usar o JBOD
para integrar também
o controller RAID,
ou usá-lo somente
para conter os
discos fixos. |
|
JEDEC |
Join Eletronic
Device Engineering
Council – é o orgão
de standarização de
Eletronic Industries
Alliance (EIA), a
organização que
representa os
produtores de todas
as áreas da
eletrônica. JEDEC é
desde 1958 lider no
desenvolvimento de
standard para a
indústria de
memórias sólidas.
...entre outras
coisas, JEDEC define
os standard para a
disposição dos PIN
nos chip de memória. |
|
JIRO |
A tecnologia JIRO,
desenvolvida
originalmente por
SUN Microsystem, é
um ajuntamento de
API, open source é
gratuita, baseada na
plataforma Java2
(TM) que ajuda os
pesquisadores a
criar soluções
software para o
gerenciamento de
estruturas de
memorização em
ambientes diversos. |
|
LTO |
Linear Tape-Open
(LTO) – tecnologia
desenvolvida pela
HP, IBM e Seagate
para fornecer uma
escolha clara e
eficaz aos sistemas
de fitas.
A tecnologia LTO é
“open format”, o que
significa que os
usuários tem a
disposição diversas
soluções de leitores
e fitas. A natureza
“aberta” de LTO
permite também a
compatibilidade
entre ofertas de
produtores
diferente.
O formato Accelis é
a implementação a
acesso veloz da
tecnologia LTO.
O formato Ultrium é
a implementação a
alta capacidade da
tecnologia LTO. |
|
LUS |
Um sistema RAID que
não é conectado a
nenhum computador é
chamado LUS (Lonely
Unloved Storage) |
|
MCA |
Micro Channel
Architecture –
Sistema de bus
introduzido pela IBM
em 1987, usados por
qualquer (mas não
por todos) os
modelos PS / 2. |
|
Megabyte |
O magabyte,
abreviado com M ou
MB, é uma medida das
dimensões das
memorizações.
Equivalente a:
1,024 x 1,024 =
1,048,576 byte.
Algum tempo atrás
esta era considerada
uma grande
quantidade de dados.
Hoje que os PC vêem
fornecidos com ao
menos 256 MB de RAM,
a unidade de
Megabyte parece ser
tornada muito
pequena. |
|
MFM |
Modified Frequency
Modulation – Técnica
de codificação
comodamente usada
para codificar o
fluxo magnético
registrado em um
drive em dados.
Ainda usado nos
drive floppy e em
muitos sistemas
originais XT e AT.
Note que muitos
tipos de drive
suportados por CMOS
possuem 17 setores
para traços. Esta é
a densidade standard
para a codificação
MFM. |
|
MMC |
MultiMediaCard – Um
formato de memória
flash |
|
MRAM |
Magnetic Random
Access Memory – MRAM
combina as
características
melhores das
tecnologias de
memória mais usadas
até hoje: a
capacidade de
memorização e os
baixos custos da
DRAM, a alta
velocidade da SRAM,
e a não
volatibilidade da
memória flash. É
esperada no mercado
em 2005. |
|
NANO CUBIC |
A tecnologia NANO
CUBIC é uma camada
ultra-sutil que
fornece uma alta
densidade na
registração dos
dados digitais, um
rumor muito baixo e
uma baixa relação
sinal-rumor, ideais
para os cabeçotes
magnéticos. É capaz
de aumentar a
capacidade das fitas
e video tapes
digitais até a um
terabyte, e a
capacidade dos
floppy até a 3 GB.
Para visualizar
melhor esta
quantidade, se pensa
que 1TB pode
memorizar até 200
filmes de 2 horas.
Além disso a
tecnologia NANO
CUBIC pode ser
aplicada aos
processos produtivos
existentes sem
grandes modificações
nos mesmos, com
custos relativamente
baixo. Fujifilm se
prepara para
trabalhar com os
produtos de drive
para projetar e
desenvolver novos e
revolucionários
sistemas de
memorização que usem
a tecnologia NANO
CUBIC. |
|
NAS |
Network Attached
Storage – é um termo
usado para aqueles
dispositivos de
memorização, como
RAID, leitor de
fitas, e outros, que
possuem uma conexão
de rede integrada,
como uma ethernet ou
uma fibra ótica.
Estes device podem
ser coligados
diretamente à rede
ao invés de um
servidor particular. |
|
Nibble |
É uma unidade de
memorização par à 4
bit (ou meio bit).
Era uma unidade
muito usada nos anos
70 quando se
utilizava o código
assembler de muitos
microprocessadores. |
|
NIC |
Network Interface
Card – Termo usado
no contexto de
device de rede. A
mesma placa, se
inserida em um
servidor pode ser
chamada também de
HBA. |
|
NUS |
Network Unified
Storage – é um
sistema RAID que
pode usar seja uma
conexão com fibra
ótica que ethernet. |
|
PACS |
Picture Archiving
and Communication
Systems – Termo
usado no contexto
médico. Sistema de
intercâmbio e
análises de imagens
médicas. |
|
PCI |
Peripheral Component
Interconnect – Bus a
alta velocidade
desenvolvido pela
Intel para suportar
os pedidos dos
computadores
baseados em Pentium
ou 486. |
|
PIO |
Programmed Input
Outpot – Troca de
dados entre memória
e periféricas
através dos comandos
input / output. |
|
Petabyte |
Um Petabyte é 1,024
Terabytes, ou mais
de 1 milhão de
gigabyte. Quanti
dati sono questi? Em
uma conferência da
Storage Tek em Março
de 2003, a empresa
declama de ter
ultrapassado o
limite de 1
pentabyte de dados
no mantenimento das
informações
necessárias ao
Centro Nacional das
Pesquisas
Meteorológicas.
StorageTek declarou
também, que 1
pentabyte de dados
equivale a 1 bilhão
de páginas de texto
standard. Existem
bastante informações
para preencher 500
milhões de floppy
disk, ou para
preencher 100 vezes
a biblioteca
americana do
congresso. |
|
PSRAM |
Pseudo Static RAM –
Esse novo tipo de
Pseudo SRAM foi
projetado para vir
de encontro aos
crescentes pedidos
de memórias e de
banda e a uma
relação custo/bit
mais baixo em
respeito às
alternativas.
Compatíveis com as
SRAM, a PSRAM é
implementada também
nos telefones
celulares, onde a
implementação de
dotação e de funções
sempre novas, está
rapidamente impondo
a exigência de RAM a
densidade mais
elevada. |
|
QBM |
Quad Band Memory –
tecnologia de bus
para conectar a RAM
à placa mãe. É o
provável sucessor da
tecnologia DDR. |
|
RAID |
Redundant Array of
Inexpensive Disks –
quando essa
tecnologia foi
desenvolvida pela
IBM nos anos 80, era
possível aquistar
somente dois tipos
de discos fixos, um
a baixo custo e
baixas prestações,
usados por todos os
PC comuns, e um tipo
muito custoso com
prestações muito
elevadas, usados
somente nos sistemas
vídeos digitais, ou
nos mainframe.
Obviamente os discos
para PC tinham um
mercado mais âmplo,
então
conseqüentemente os
custos caiam. De
qualquer modo com a
tecnologia RAID é
possível criar um
array de discos a
baixo custo que
aparecem logicamente
como um disco de
grandes dimensões,
conectando um
ajuntamento de
discos que trabalham
em paralelo e são
conectados a um
controller RAID.
Este sistema pode
ser configurado para
fornecer
características
diversas, como uma
alta taxa de
transferimento de
dados (por exemplo,
um sistema composto
por 4 discos pode
ter um throughput 4
vezes maiores que um
único disco). O
sistema RAID pode
também fornecer a
tolerância aos
defeitos, graças ao
inserimento nos
array de discos
duplos, e a
disposição dos dados
de maneira tal que,
também no caso de um
defeito a um disco,
não terão perda de
dados nem de
prestações. De
qualquer modo a
tecnologia RAID não
diminui o tempo de
acesso aos dados. |
|
RLDRAM |
Reduced Latency DRAM
– Desenvolvida
propositalmente para
uso nas redes a alta
velocidade e para
aplicações que
requerem uma cache
veloz, RLDRAM é uma
implementação a alta
velocidade da DDR
SDRAM, que combina
baixos tempos de
acesso, com uma
banda muito ampla, e
uma alta densidade. |
|
RLL |
Run Length Limited –
esquema de
codificação de dados
que permite de
manter 50% a mais de
informações em cada
traço em respeito a
MFM. Realizado
atualmente
registrando mais
fluxos para cada
byte, más de maneira
ainda mais estável.
Chamado quase sempre
2,7 RRL porque o
esquema de registro
prevê um máximo de
sete 7 zeros
consecutivos e um
mínimo de 2. |
|
S-AIT |
Sony’s Advanced
Intelligent Tape –
plataforma de
memorização em fita.
S-AIT usa uma
tecnologia a alta
intensidade com
scanerização
helicoidal,
implementada em um
suporte uzando o
método Advanced
Metal Evaporated
(AME), em um
cartucho com bobina
simples de meia
polegada. A primeira
geração desse
produto deveria
manter maio terabyte
em uma simples fita,
más se espera de
chegar até 5
terabyte.
Diversamente dos
outros tipos de
fitas, nos quais a
superfície
magnetizada é de
cerca 50%, S-AIT
consegue chegar a
100% de cobertura da
fita usando a
tecnologia AME, e
permitindo assim uma
alta densidade e
capacidade de
memorização. AME
permita também de
ter uma superfície
da fita mais lisa, o
que significa
garantir uma vida
mais longa ao
cabeçote e eliminar
quase a zero a
necessidade de
limpeza do mesmo. |
|
SAM |
Storage Area
Management – Junto
com as políticas de
gerenciamento da
área que contém
dispositivos de
memorização. |
|
SAN |
Storage Área Network
– Este termo foi
inicialmente usado
para descrever as
redes baseadas na
tecnologia de fibra
ótica, más hoje vem
usado para indicar
também, redes de
outro tipo como
ethernet e também
internet. Na
realidade SAN fecha
o conceito no qual o
software de rede tem
o conhecimento da
quantidade e do
valor dos dados
memorizados nos
dispositivos de
memorização e as
características
desses dispositivos.
Nos sistemas SAN não
é bastante saber que
os dados movem-se de
A para B. O software
deveria também
conhecer as
estratégias de
backup, os detalhes
na reabilitação dos
dados e nas
específicas das
aplicações, para
preservar e
reconstruir o
ambiente no caso de
uma configuração
errada ou de um mau
funcionamento. Isso
ajuda a desenvolver
em automático as
funções que
precedentemente
vinham desenvolvidas
pelo administrador
do sistema. |
|
SANMark |
SanMark é um
programa de
desenvolvimento
patrocinado,
concebido e
promovido ao interno
da associação
no-profit Fibre
Channel Industry
Association (FCIA).
Este programa tem
como finalidade a
inter-operatividade
entre diversos
produtos e
dispositivos entre
as empresas que
fazem parte. É
aberto seja aos
membros da FCIA que
às outras
organizações, e se
propõe de introduzir
benefícios para a
inteira indústria de
produção de
dispositivos de
rede. |
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Sbus |
Sbus é uma interface
de de bus
introduzida por Sun
Microsystem nas
workstation
SPARCstation 1 em
1989. Nos anos
seguintes este
standard foi seguido
por mais de 250
produtores de
hardware, que
lançaram produtos
compatíveis com o
sistema Sun. Foi
superado quando Sun
desenvolveu em 1996
o bus PCI.
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SCSI |
Small Computer
System Interface – é
uma interface
paralela a altas
prestações para
conectar os
dispositivos de
memorização de massa
ao computador. No
começo usava níveis
lógicos de sinais
(TTL) através um
cabo chato para
conectar até 8
device, más o
standard foi
melhorado no curso
dos anos para
introduzir novos
níveis de voltagem,
maior velocidade, e
um maior número de
device conexos. O
standard permite de
pedir uma grande
quantidade de dados
através de poucas
instruções
inteligentes. Por
causa da
popularidade desse
standard muitas
empresas
desenvolveram
extensões, que
permitem conexões em
longas distâncias,
conversores como por
exemplo aqueles
IDE-SCSI, e as
router que
interfaciamos o bus
SCSI com a fibra
ótica. |
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Serial ATA |
Serial ATA é uma
interface standard
para os dispositivos
de memorização. É
usado para conectar
dispositivos como
discos fixos, DVD,
CD-R/W, à placa mãe,
e é o sucessor do
interface Parallel
ATA.
Serial ATA permite
um custo menor das
plataformas, e um
incremento das
prestações. Fornece
uma interface por
geração de
dispositivos
diversos, com
capacidade de banda
que vai de um mínimo
de 1.5Gbps até um
incremento de 2x, 4x
e mais. Nesse mesmo
tempo esse standard
é compatível com os
outros standard ATA,
e é reconhecido pelo
sistema operativo
sem necessidade de
modificações.
Permite a
configuração simples
de muitos sistemas,
e graças aos cabos
muito estreitos,
também uma simples
instalação, trabalha
a baixa voltagem que
diminui o uso de
corrente e o super
aquecimento dos
componentes. A
configuração dos
dispositivos que
usam este standard é
muito simples e não
é necessária de
complicadas
impostações dos
jumper. |
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SSF |
Constituído sob
desejos do Storage
Networking Industry
Association (SNIA) e
do Technical Support
Alliance Network
(TSANet), o
Supported Solutions
Forum (SSF) promove
a adoção das
soluções de stocage
networking
simplificando a
colaboração entre os
produtores para a
qualificação de
vários componentes.
Esse programa inclui
o suporte técnico 24
horas por dia, 7
dias por semana,
também a domicílio
em todo o mundo. |
|
SFP |
Small Form-factor
Pluggable – fornece
a mesma
funcionalidade de um
GBIC clássico, más
com dimensões
contidas. É usado
nos switch de rede a
fibra ótica, Gigabit
ethernet, e
Infiniband. A nova
geração de SFP
trabalha na
velocidade de 2,5
Gbps e mais. |
|
SGNP |
Secure Grid Naming
Protocol – é uma
solução elegante que
permite um espaço
dos nomes globais, e
um método integrado
para a associação
desses nomes com as
informações sobre a
segurança. O espaço
global dos nomes,
que pode conter até
três milhões de
nomes de recursos ou
de serviços, foi
projetado para
unificar esquemas de
denominação
múltiplos ou
conflituais,
permitindo a cada
recurso de ser
interrogado usando o
mesmo nome em toda a
grade. O modelo de
segurança SGNP
elimina a
necessidade de um
authority
centralizada, que é
ainda uma limitação
a extensão e fora da
enterprise dos
ambientes de
elaboração Grid.
Enfim a capacidade
de uma migração
transparente oferece
a possibilidade de
levar os processos
ou os dados sem
nenhum impacto para
os processos em
elaboração, e sem
nenhuma necessidade
de informar os
usuários. |
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SLR |
É uma marca
registrada de
Tandberg Data. É
uma família de
fichas que oferecem
uma capacidade de
525 MB até 100 GB e
também até a 4 TB
com a automatização
SLR. Em Março 2001
Tandberg anunciou de
ter vendido a
terceira milionésima
fita desse tipo. |
|
SNIA |
Storage
Networking Industry
Association – a
atividade dessa
associação é voltada
a garantir que as
redes de estocagem
tornem-se soluções
completas e
afidáveis para toda
a comunidade IT. |
|
SODIMM |
Small Outline Dual
In-line Memory
Module |
|
Solid State Disk |
Um disco Solid state
(SSD), é um sistema
que funciona como um
disco fixo, más que
não contém partes em
movimento. As
vantagens são o
tempo de acesso
menor e maior
resistência as
vibrações e a alta
temperatura. As
desvantagens são
custo elevado e
dimensões físicas
maiores. |
|
SPARC |
Scalable Processor
ARChitecture – uma
arquitetura para
processadores criada
por Sun Microsystem,
que aparecem em
sistemas comerciais
desde 1987. Hoje os
sistemas SPARC são
os mais usados pelos
servidores
multiprocessadores.
Essa arquitetura é
suportada por
centenas de
produtores de
hardware e por mais
de 3000 produtores
de software. |
|
SPC |
Storage Performance
Council – é a única
organização que
define, promove e
distribui técnicas
para a análise das
prestações dos
device de
memorização. |
|
SRM |
Storage Resource
Management – é um
software de rede que
mantém traços do uso
de dispositivos de
memorização e avisa
o administrador de
sistema antes que
acabe o seu espaço. |
|
SSP |
Storage Service
Provider – empresa
que fornece um
serviço de
memorização via web,
com nível de serviço
concordade,
monitoragem segura
dos dados, backup,
gerenciamento das
memorizações
on-site, etc. |
|
St506/412 |
Interface para drive
standard usado por
drive e por
controller AT e XT.
Desenvolvido por
Seagate Technologies
para o suporte dos
próprios drive ST506
(5MB) e ST412
(10MB). O inteiro
mecanismo de
controle é
localizado em uma
placa e a
comunicação entre o
drive e o computador
vem através de dois
cabos chatos, um
para o controle do
drive e outro para
os dados.< |
|
Super DLTape |
Tecnologia de fitas
de Quantum
Corporation, com
capacidade de 110
GB, e uma velocidade
de transferimento de
dados de 39,6
GB/hora para drive,
triplicando a
capacidade e
duplicando o
throughput em
respeito a geração
precedentedos tape
DLT. Is drive Super
DLTape se integram
perfeitamente em
sistemas velhos e
são
retro-compatíveis
com muitas versões
de tape DTL. |
|
Terabyte |
O Terabyte,
abreviado T ou TB, é
uma medida da
dimensão da
memorização.
Equivalente a 1,024
Gigabyte, cerca 50
vezes as dimensões
de um típico disco
fixo para PC. Essa
unidade de medida é
usada comodamente
para device de
backup como as
fitas. |
|
TOE |
TCP/IP Offload
Engine – é um
instrumento hardware
usado na rede que
usa iSCSI que libera
recursos da CPU nas
transações iSCSI. |
|
TSANet |
Fundada em 1993,
TSANet (Technical
Support Alliance
Network) é uma
plataforma de
suporte global às
quais aderem mais de
150 fornecedores de
hardware e software:
no âmbito da TSANet,
vários produtores
colaboram com o
fornecimento de
soluções capazes de
resolver os
problemas que os
clientes encontram
em relação as
aplicações em uso.
Entre vários membros
estão: EMC, HP, IBM,
Microsoft, Novell,
Sun Microsystems,
Unisys, and Veritas. |
|
UDO |
Ultra Density
Optical – tecnologia
de drive óticos de
5,25 polegadas. UDO
usa um laser
azul-violeta de
405nm, e uma troca
de fase similar
aquela usada nos
DVD; O suporte é
dimensionalmente
idêntico aos media
deste tipo
precedente para
fornecer a
compatibilidade
total com a
arquivação
automática.
A capacidade é por
enquanto de 30GB e a
velocidade de
transferimento dos
dados é de 8 MB/sec.
No futuro prevê-se
de chegar a até 60
GB e 120 GB, e de
manter também a
compatibilidade com
as versões
precedentes. |
|
Ultra320 |
style="border-left:
medium none;
border-right: .5pt
solid windowtext;
border-top: medium
none; border-bottom:
.5pt solid
windowtext;
padding-left: 5.4pt;
padding-right:
5.4pt; padding-top:
0cm; padding-bottom:
0cm" height="1">
Uma variante do
standard SCSI que
suporta velocidade
de transferimento de
dados até 324
MB/sec. |
|
USB |
USB (Universal
Serial Bus) é um bus
serial a custo
reduzido, que pode
fornecer velocidade
de transferimento
até 12 MB/sec. Essa
velocidade é de
cerca 100 vezes
maior à respeito
aquela conseguida
pela interface
serial RS-232 Usada
nas primeiras
gerações de
computadores.
Desenvolvido em
1996, USB é hoje
amplamente usado nos
Mac, PC e
plataformas Linux. È
tipicamente usado
para conectar device
como impressoras,
scanner, teclados,
câmera fotográfica
digital, leitores
MP3, e device de
memorização a baixa
velocidade.
Desde Junho 2002
Intel e outras
empresas
apresentaram USB
2.0, que aumenta a
velocidade de
transmissão até 480
Mbps, cerca 40 vezes
aquela da versão
precedente. |
|
VI Architecture |
Em dezembro de 1996
diversas empresas
constituíram um
consórcio Virtual
Interface
Architecture para o
estudo de métodos
para a diminuição
dos overhead dos
tradicionais
software de I / O. À
constituição da
versão 1.0 do
standard VI
Architecture
participaram mais de
100 entre produtores
de hardware e
software.
Esse standard define
como inicia-se a
conexão entre dois
nós: se usa uma
conexão direta entre
a memória e o
hardware, o que
permite uma cópia
direta da memória
entre os dois nós,
usando o canal de
comunicação VI. Esta
comunicação pode
então ser efetuada
diretamente entre os
dois nós através de
um mapeamento da
memória I/O, ou
usando níveis de
abstração que podem
ser juntados. |
|
VXA |
VXA é uma marca
registrada para uma
tecnologia de tape
desenvolvida por
Ecrix (agora juntada
com Exabyte).
VXA introduz três
principais inovações
na memorização com
fitas:
Discrete Packet
Format (DPF) (TM) ,
Variable Speed
Operation (VSO)
(TM), e OverScan
Operation (OSO)
(TM).
-
DPF permite de
escrever e ler
os dados em
pacotes
endereçados
individualmente,
sistema similar
a aquele usado
no âmbito das
redes.
-
VSO incrementa
as prestações
adequando
continuamente a
velocidade da
fita ao fluxo
dos dados
fornecidos pelo
servidor,
eliminando um
problema comum
das fitas
conhecido como
“backhiting”.
-
OSO é uma
técnica para
leitura dos
pacotes
independentemente
da forma ou da
geometria do
traço.
Essas três inovações
permitem ao drive
VXA de obter níveis
de confiabilidade e
prestações
precedentemente
indispensáveis. A
tecnologia VXA é
mais simples e mais
tolerante aos
fatores ambientais,
permitindo uma
diminuição sensível
dos custos. |
|
VLB |
Vesa Local Bus –
Extensão a 32 bit e
a alta velocidade do
bus ISA, promovida
pela VESA (Vídeo
Electronics
Standards
Association). |
|
XFP |
Módulo GBIC que
permite a conversão
dos sinais com uma
velocidade que chega
a 10 GB/s, destinado
ao mercado das
telecomunicações e
SAN. Esses aparelhos
são projetados para
ocupar um quinto do
espaço e dissipar a
metade da energia
dos atuais módulos
GBIC a 10GB/s. |
|
XTA |
XT Attachment –
Implementação IDE
usada raramente, com
um controller XT
integrado a 8 bit. |